Minhas influências…
E aê??
Quem me conhece sabe que sou baterista desde meus 14 anos, mais ou menos…
Já toquei nas bandas: Sr. Flint (com meus grandes amigos, bravos e corajosos Toninho, Anísio e Betão), Aikahanna (com Rocka, Léo, Max, Alberto e Rafa Gauchinho, que mora hj no Chile) e Destilado (com Dino, Vlad, de novo o Anísio, Amanda e Vanessa).
Foram mais ou menos 10 anos tocando, com muito esforço, pouquíssima grana e boas festas.
Tocar um instrumento é uma cachaça! Tira a gente do mundo naquele momento… Eu recomendo a todos que aprendam um instrumento, é muito bom.
Hoje, assistindo um especial do Paralamas na TV, comecei a lembrar dos bateristas que me marcaram (o Barone é um deles), que me fizeram querer aprender mais, estudar mais, e tocar, principalmente. Alguns, em especial, eu lembro sempre que toco, e imagino se aquela música está soando como soaria com eles…
Quero apresentar os batéras que mais me marcaram:
LARS ULRICH – METALLICA
Ele simplesmente me fez querer aprender a tocar bateria.
O jeito de tocar, a plástica dos movimentos que a bateria exige, a pegada, o kit branco de 04 tons Tama maravilhoso, da época do Black Album, a fama avassaladora que o Metallica tinha na época (estamos falando de 1991, 1992…). tudo isso me fazia assistir por horas as raras fitas gravadas da TV como um “Fúria Metal MTV – Especial Metallica” e do “A Year and a Half in the Life of Metallica” (aaahhh, o Youtube…..) e só ouvir Metallica no walkman. Só Metallica, mais nada!
Arrogante, pretensioso, intragável, um rock star perfeito para um fedelho como eu.
Acreditou que podia derrubar o Napster e a onda do compartilhamento de mp3 (pirataria) que surgia como um furacão nessa mesma época… Ingênuo Lars…
Thanks, man!
CHARLES GAVIN – TITÃS
Sério, compenetrado, com boa técnica e comprometido com a banda, Charles Gavin começou tocando no Ira!, depois de trocou de banda com André Jung (fazendo o caminho inverso).
Na época do Titanomaquia, um disco pesado produzido nos EUA por Jack Endino, que já tinha produzido Nirvana na época, saiu do pop e começou a tocar pesado e bonito.
Estudioso da música, produz e recupera discos antigos atualmente. Tem um programa no Canal Brasil (ou tinha, pelo menos…)
IGOR CAVALERA – SEPULTURA
Monstro destruidor de kits.
Com Max Cavalera e o Sepultura criaram o New Metal, juntando uma percussão brutal ao metal, no lendário ROOTS. Tudo que veio depois, na linha de Limp Bizkit, Korn, Evanescence, Linkin Park, Incubus, Papa Roach, POD, Slipknot, saiu do Roots de alguma forma.
Eu comecei a desapegar do Metallica quando ouvi ARISE.
Lindo!!
Foi ficando cada vez mais “grosso” (escutem o disco Against), até cansar da porra toda e ir para a música eletrônica. Mas já tá no metal de novo…
Idas e vindas, saída de Max do Sepultura, identificação muito forte com o irmão e brigas dos outros integrantes com Max e a mulher, que empresariava o Sepultura, o fizeram montar um projeto de música eletrônica com a mulher, e depois o Cavalera Conspiracy. Laço de sangue é foda…
JOÃO BARONE – PARALAMAS
Um baterista brasileiro.
Ska, reggae, pop e ritmos latinos fazem parte das influências do Paralamas, e das influências de Barone.
Uma técnica incrível, tranquilidade ao tocar, e uma sonoridade tão latina quanto pesada. Tocaria com Santana, Ira e qualquer banda de reggae na mesma noite.
JOHN BONHAM – LED ZEPPELIN
Grosso, rápido, pesado, sutil, suingado, dinâmico, gravou um clássico solo de bateria sem baquetas, Moby Dick:
Morreu com 40 e poucos anos, num acidente depois de tomar mais de 40 doses… afogado no próprio vômito…
Deixou um filho que toca demais, Jason Bonham, e recebeu o apelido de “pé de coelho” de Hendrix, impressionado com a velocidade do seu pé direito.
Olha que kit, que obra prima!!
Para finalizar as maiores influências…
MIKE PORTNOY – DREAM THEATER
Simplesmente eleito o melhor baterista de metal do mundo por 10 anos seguidos, membro do Hall da Fama dos bateristas, um dos kits mais monstruosos e brilhantes de todos os tempos, influência de 10 entre 10 bateristas que tenham começado a tocar nos últimos 20 anos.
Extremamente gentil com seus fãs, chama eles ao palco para tocar com ele.
Gravava sua performance durante as gravações dos discos do Dream Theater e lançava todos em DVD.
Incansável, brilhante, perfeccionista, talentosíssimo, compulsivo, meio nerd, fã de Metallica, Beatles, Led, Rush e Kiss, o cara é uma referência mundial.
Siamese Monster é o nome da besta-fera que ele tocava na época do “Falling into Infinity”:
Infelizmente saiu do DT mas segue tocando.
Músico profissional é atleta! O corpo não aguentou mais de 20 de esforço repetitivo.
Esse post já está grande demais…
No próximo vou botar mais alguns que eu gosto bastante.
Abraço.










Ja viu Akira Jimbo,Dave Welck,Vinie Collaiuta etc….
Claro, mestres. Mas as minhas influencias, os bateras que mais me marcaram foram esses. Abraço.